O intuito deste blog é nos auxiliar a realizar algumas mudanças necessárias para que possamos encontrar dentro de nós a verdadeira felicidade. Estarei trazendo assuntos pertinentes à saúde física e mental, amor, relacionamentos, trabalho, enfim tudo o que diz respeito à vida, à NOSSA VIDA.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
PENSE EM SEUS PROBLEMAS COMO ENSINAMENTOS EM POTENCIAL
A maioria das pessoas concordaria que uma de nossas maiores fontes de estresse na vida são nossos problemas. Isso é verdade até certo ponto. Uma assertiva mais correta poderia ser, no entanto, perceber que a medida do estresse tem mais a ver com a maneira como nos relacionamos com nossos problemas, do que com os problemas propriamente ditos. Em outras palavras, será que não somos nós que tornamos nossos problemas, problemas? Nós os vemos como emergência, ou como ensinamentos em potencial?
Problemas surgem sob muitas formas, tamanhos e graus de seriedade, mas todos têm algo em comum.
Eles nos defrontam com algo que gostaríamos que fosse diferente. Quanto mais lutamos com nossos problemas e mais os queremos ver à distância, piores eles nos parecem e mais estresse eles provocam em nós.
Irônica e felizmente, é o inverso que é verdadeiro.
Quando aceitamos nossos problemas como parte inevitável da vida, quando olhamos para eles como ensinamentos em potencial, é como se aliviássemos o peso dos nossos ombros.
Pense num problema com que venha lutando há algum tempo. Como é que você lidou com ele até este momento? Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente o enfrentou, ensaiou-o mentalmente, analisou-o repetidas vezes, mas não chegou a conclusão alguma. Onde toda esta luta o levou?
Muito provavelmente a mais confusão e estresse.
Agora pense no mesmo problema de outra maneira. Ao invés de empurrá-lo para longe, ou resistir a ele, abrace-o. Mentalmente, traga-o para bem perto de seu coração. Pergunte a si mesmo quais as lições válidas que este problema pode lhe ensinar. Será que ele pode lhe estar ensinando a ser mais cuidadoso e paciente? Terá algo a ver com ambição, inveja, displicência, perdão? Ou algo igualmente poderoso?
Quaisquer que sejam os problemas com que você está lidando, há boas chances que possam ser avaliadas de uma maneira mais suave, que pode incluir a genuína vontade de aprender com eles. Quando você enfrenta seus problemas, sob esta luz, eles relaxam como um punho que estivesse cerrado, e agora abrisse os dedos.
Experimente esta estratégia, e acho que concordará que a maioria de nossos problemas não são as emergências que julgamos.
Normalmente, uma vez que aprendemos o que devemos aprender, eles se esvaem. (Richard Carlson)
Com certeza a maioria dos problemas pelos quais passamos tem a ver com mudanças que precisamos realizar em nossa vida. Precisamos nos dar conta que sempre temos algo a aprender com os dissabores da vida. E com certeza, com essa nova estratégia oferecida pelo autor podemos mudar a ênfase dada aos nossos problemas.
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"O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
ResponderExcluir- Qual é o gosto? - perguntou o mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o mestre.
- Não. - disse o jovem.
O mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda.
Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando se sentir dor, a única coisa que se deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
É dar mais valor ao que se tem do que ao que se perdeu.
Em outras palavras:
É deixar de ser copo para tornar-se um lago.
Ficando preso ao copo as perdas serão muito mais significativas, pois acabará pulverizando sal por toda a volta.
E em algum momento será impossível continuar provando do que o rodeia.
Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para:
. mudar o que somos
. mudar como que pensamos
. mudar como agimos."
Izil